terça-feira, 28 de março de 2017

Revisão de textos, leitura crítica?

Se você precisa de leitura crítica para o seu romance, conto ou crônica ou ainda revisão ortográfica com as novas regras da Língua Portuguesa, entre outros serviços literários, basta entrar em contato com o escritor e ativista cultural Ademir Pascale.

Acesse:






segunda-feira, 27 de março de 2017

Sem mais, o amor
Antologia que está com inscrições abertas

Muito bom dia a todos nós e iniciamos mais uma semana e minhas benditas férias chegando ao fim! Ai não!
Interessados em participar da antologia promovida pela Editora Andross, as inscrições estão abertas até dia 30/04, último dia para envio de material.

Sem mais, o amor
Organizada por Leandro Schulai

Contos de amor em forma de cartas, e-mails, páginas de diário e outras formas de registro escrito.

SINOPSE: Fernando Pessoa já dizia que “todas as cartas de amor são ridículas”. E afirmava veementemente: “não seriam cartas de amor se não fossem ridículas”. Mesmo não vivendo o suficiente para conhecer novas tecnologias de comunicação, o poeta sabia bem que a interação verdadeira entre duas pessoas que se amam se despe de vaidades e apresenta a pureza de um sorriso.
Sem mais, o amor é uma coletânea de contos românticos em forma de cartas, e-mails, páginas de diário e outras formas de registro escrito. E o mais importante: são histórias ridículas! Exatamente como o poeta disse que tinham de ser.

Regulamento, acesse:



domingo, 26 de março de 2017

Composição Poética e Releituras
Novos cursos gratuitos na Casa das Rosas

Olá meus amigos, aproveitem o domingão!
A Casa das Rosas iniciou o ano com novos cursos gratuitos que estão com inscrições abertas, confira:



-Composição Poética, por Marcelo Tápia 
Quando: Terças-feiras, dias: 4, 11, 18 e 25 de abril, às 19h30.

A oficina – módulo de abertura da série “A criação literária por meio das formas poéticas”, a ser ministrada por diversos professores, com diferentes enfoques – oferecerá a oportunidade de exercitar a criação de poemas, a partir de propostas baseadas na compreensão de fundamentos e características da poesia oral e escrita. Para tanto, serão abordados conceitos como verso, ritmo, métrica, sonoridade, visualidade e outros que perpassam a história da linguagem poética.

-Releituras, por Nelson Ascher 
Quando: Sábados, 22 e 29 de abril, às 16h. 

Acontecem em abril duas de uma série de quatro palestras ministradas pelo crítico Nelson Ascher sobre poetas que produziram obras relevantes. Os primeiros encontros focalizarão os modernistas Luiz Aranha e Ronald de Carvalho.

Inscrições para os cursos:
Presencialmente na recepção da Casa das Rosas (começaram dia 08/03), até o preenchimento das vagas (40 vagas).
É necessário confirmar a inscrição frequentando a primeira aula de cada curso. Faltar na primeira aula implica o desligamento automático do aluno.

Casa das Rosas
Av. Paulista, 37, Bela Vista, São Paulo
Telefones: (11) 3285.6986 | 3288.944

sábado, 25 de março de 2017

Anita Malfatti no MAM

Olá amigos, que tal descontrair neste sabadão com um pouco de cultura?
Anita Malfatti marca os 100 anos de inauguração da arte moderna no Brasil com belíssima exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM.
Eu adoro a obra de Anita Malfatti, e pretendo conferir a exposição, que pode ser visitada até dia 30 de abril.
Fica a dica.

Há cem anos, São Paulo assistia à inauguração da Exposição de pintura moderna Anita Malfatti, evento que alteraria para sempre o curso da história da arte no Brasil. Do conjunto ali reunido, chamavam especial atenção as paisagens construídas por meio de manchas de cores fortes e contrastantes, e, nos retratos, os enquadramentos insólitos, as deformações anatômicas, o colorido não naturalista. As extravagâncias expressivas – aos olhos dos matutos que, até então, só haviam tido contato com pinturas acadêmicas ou muito próximas disso – sinalizavam o impacto que a arte de vanguarda tivera sobre a artista durante o período de aprendizado na Alemanha (1910-1914) e nos Estados Unidos (1915-1916).
Inicialmente, a mostra foi recebida com assombro e curiosidade: a visitação foi intensa, e Anita chegou a vender oito quadros. Mas a crítica de Monteiro Lobato “A propósito da exposição Malfatti” – posteriormente conhecida como “Paranoia ou mistificação?” – ecoou de forma negativa e, a partir de então, o nome de Anita ficou associado àquele do criador do Sítio do Pica-pau Amarelo. Cristalizou-se a ideia de que ela nunca se recuperaria desse incidente e que seu breve apogeu teria sido seguido de uma dolorosa e definitiva decadência.
Após um século deste marco, já é tempo de reexaminá-lo à luz de uma abordagem ampliada do modernismo, principalmente porque a contribuição de Anita para a história da arte moderna brasileira não se resumiu às inovações formais que apresentou em 1917. Em vista disso, Anita Malfatti: 100 anos de arte moderna inclui pinturas e desenhos que pontuam diversos momentos da produção desta artista, sempre sensível às tendências artísticas a sua volta. Para além do belíssimo conjunto expressionista que a consagrou como estopim do modernismo brasileiro, a exposição apresenta paisagens e retratos de períodos posteriores, como as refinadas pinturas naturalistas das décadas de 1920 e 1930, e aquelas mais próximas à cultura popular, presente nos trabalhos dos anos 1940 e 1950.
A celebração de cem anos de arte moderna no Brasil é uma excelente ocasião para rever o legado de Malfatti como artista pioneira – inspiradora da Semana de Arte Moderna de 1922 –, cuja atualidade se prolongou tanto no radicalismo com que se lançou ao retorno à ordem, na década de 1920, quanto na ousadia com que se apropriou da “maneira popular”, nos últimos anos de vida. Trata-se, sem dúvida, de uma artista ímpar, sintonizada com seu tempo e com diferentes aspectos de um modernismo que ajudou a construir.

Regina Teixeira de Barros
Curadora
Serviço:
Anita Malfatti: 100 anos de arte moderna
Visitação: até 30 de abril
Entrada: R$ 6,00 – gratuita aos sábados
Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo – Grande Sala
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Parque Ibirapuera (portões próximos: 2 e 3), São Paulo
Horários: terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h)
Telefone: (11) 5085-1318
E-mail: atendimento@mam.org.br
Mais informações:

sexta-feira, 24 de março de 2017

O incrível mapa do 
almirante Piri Reis
Disponível no Canal Conexão Nerd

Bom dia queridos amigos, até que enfim a sexta-feira chegou!
Então, vamos aproveitá-la!
Para aqueles que costumam acompanhar as novidades no Canal Conexão Nerd, tem vídeo novo!
E o assunto é sobre O incrível mapa do almirante Piri Reis, top objetos mais estranhos pelo homem. Muitas coisas das quais não existem uma explicação plausível nos fascinam. Entre os objetos mais estranhos já encontrados pelo homem, certamente está entre eles o mapa do Almirante Turco Piri Reis.

Acompanhe o vídeo, acesse:



quinta-feira, 23 de março de 2017

Coluna Dicas da Língua Portuguesa
Escreva certo

Bom dia queridos amigos, hoje é quinta-feira e dia da coluna Dicas da Língua Portuguesa – escreva certo.
E vamos relembrar mais três exemplos que costumam causar dúvidas na hora da escrita.
Obrigada, abraços,
Míriam


“Senão” / “Se não”

Errado: Nada fazia se não reclamar.
Certo: Nada fazia senão reclamar.
Por quê? Senão significa “a não ser”, “caso contrário”.
Se não é usado nas orações subordinadas condicionais. Ex: Se não chover, poderemos sair.

 

“Onde” / “Aonde”

Errado: Aonde coloquei minhas chaves?
Certo: Onde coloquei minhas chaves?
Por quê? Onde se refere a um lugar em que alguém ou alguma coisa está. Indica permanência. Aonde se refere ao lugar para onde alguém ou alguma coisa vai. Indica movimento. Ex: Ainda não sabemos aonde iremos.

 

“Visar” / “Visar a”

Errado: Ele visava o cargo de gerente.
Certo: Ele visava ao cargo de gerente.
Por quê? O verbo visar, no sentido de almejar, pede a preposição a. 
Obs: Quando anteceder um verbo, dispensa-se a preposição “a”. Ex: Elas visavam viajar para o exterior.


Fonte: Exame.com 

quarta-feira, 22 de março de 2017

Crônica Pilões

Olá meus amigos hoje se comemora o Dia Mundial da Água, data criada no intuito de chamar a atenção de pessoas de todo o mundo sobre a importância de se economizar água, bem finito e muito escasso em muitos países de nosso globo terrestre.
Também se pretende nesta data verificar ações de prevenção contra o uso inadequado do líquido.
Aproveitando essa importante comemoração, minha participação na Revista Conexão Literatura de Março foi com a crônica Pilões, que disponibilizo aqui para vocês.
Espero que apreciem, obrigada,
Míriam

Crônica Pilões
Por Míriam Santiago

Março é o mês da água e diante da importância deste bem finito para a nossa sobrevivência, surgiu o Dia Mundial da Água. Essa data, comemorada no dia 22 de março, foi criada em 1992 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e visa à ampliação da discussão sobre esse tema. E minha publicação deste mês na revista comemora esta importante data destacando Pilões, uma das captações de serra da Baixada Santista, localizada no município de Cubatão


Mês passado estive em Pilões, visitando o lugar para fazer uma matéria, mais uma de tantas que já fiz, entre captações, reservatórios e obras ambientais.
A Estação de Tratamento de Água (ETA) Pilões é um lugar daqueles que sempre tenho vontade de voltar, não importa quantas vezes eu vá. Lá eu me sinto bem, vendo deslizar entre pedras águas cálidas e límpidas do rio Pilões, vindas lá do alto da serra, misturando-se ao verde da mata circundante.
A paisagem se completa com o todo do local. Tudo é perfeito lá, uma sincronia de sons da natureza, onde Vivaldi com certeza comporia mais uma bela sinfonia. O cantar dos passarinhos se junta à melodia produzida pela água do rio que desce rápido não se importando com tantas rochas que estão em seu caminho.
Meu coração bate mais forte naquele lugar, quando meus olhos se fixam no todo daquela paisagem deslumbrante. Para mim, a sensação de bem-estar que preenche todo o meu ser é sempre igual, tal qual cheguei a Pilões pela primeira vez, quando fui agraciada com um banho de pétalas que plainavam suavemente até se findarem as águas da queda d´água.
A estação que hoje pertence a Sabesp, há mais de 100 anos fora construída por outra empresa, Companhia City. Sabiamente os ingleses escolheram um lugar abençoado para fornecer água à população.
Em Pilões eu me sinto livre, meus pensamentos voam como as aves habitantes daquele lugar, bem alto, até se perder de vista.
Lá, me lembro de meu passado, quando eu costumava andar por trilhas e desbravar a natureza, conhecendo lugares maravilhosos deste meu Brasil verde e amarelo, País que abriga os mais belos encantos naturais da Mata Atlântica, considerada um dos ecossistemas mais ricos do mundo em diversidade de espécies de árvores raras, frutos e animais silvestres.  


terça-feira, 21 de março de 2017

Não é com Vinagre que 
se apanham moscas
Kathia B. B. Marulli

Bom dia meus amigos, e tenham uma excelente terça-feira.
Minha amiga escritora Kathia Brienza Marulli lançou seu segundo livro solo de contos e tenho muito orgulho em lançá-lo aqui na página.

 

NESTA SUA SEGUNDA COLETÂNEA DE CONTOS, Kathia B. B. Marulli apresenta um pouco da vida de personagens distintos, como: o caçador de nazistas; a senhora preconceituosa que tem a percepção distorcida; o conquistador, com a performance abalada por um fato inesperado; o assassino profissional, para quem a ética é importante, entre outros. O drama é pincelado com humor, às vezes meio ácido, como o vinagre do título. A autora também faz uma homenagem a Edgar Allan Poe, um de seus autores preferidos. Com linguagem despojada, Não é com vinagre que se apanham moscas pretende proporcionar bons momentos ao leitor.
Bem fica aí a dica.

Para adquirir o livro, acesse o site:




segunda-feira, 20 de março de 2017

Clássicos do Terror
O Médico e o Monstro

Olá meus queridos amigos, hoje na coluna Clássicos do Terror destaco realmente uma das melhores histórias da literatura mundial de todos os tempos, O Médico e o Monstro, pois de médico e de monstro todos nós temos um pouco. Desde criança, quando tomei conhecimento desta notável história foi por meio de filme, tendo acesso à leitura alguns anos depois, e sempre fui apaixonada por esta brilhante interpretação do autor que traduziu muito bem a alma humana e seu lado mais sombrio, ou o lado negro, o lado inumano e traiçoeiro do ser humano.
Destaco também que o editor Ademir Pascale realizou antologia sobre o tema, da qual tive o prazer de fazer parte com um conto.
Bem, espero que gostem do assunto de hoje, que seja produtivo, abraços,
Míriam

O Médico e o Monstro
Robert Louis Stevenson
As suspeitas começaram quando Mr. Utterson, um circunspecto advogado londrino, leu o testamento de seu velho amigo Henry Jekyll. Qual era a relação entre o respeitável Dr. Jekyll e o diabólico Edward Hyde? Quem matou Sir Danvers, o ilustre membro do parlamento londrino?
Assim começa uma das mais célebres histórias de horror da literatura mundial. A história assustadora do infernal alter ego do Dr. Jekyll e da busca através das ruas escuras de Londres que culmina numa terrível revelação.
O escocês Robert Louis Stevenson é considerado um dos maiores escritores da literatura mundial. Inexcedível no gênero de romances de aventuras é autor de A ilha do tesouro, um dos livros mais célebres de todos os tempos (1883). O médico e o monstro é um clássico entre os clássicos de horror e mistério. Stevenson escreveu ainda O raptado, As aventuras de David Balfour, O morgado de Ballantrae, entre outros.

Sugestão de compra online:
Na Saraiva, por R:$ 11,20:

Robert Louis Stevenson
Foi um romancista, contista e poeta que deixou obras importantes para a literatura. Dentre elas estão A ilha do tesouro (1883) e O médico e o monstro (1886).
Robert Louis Balfour Stevenson nasceu em Edimburgo, capital da Escócia, no dia 13 de novembro de 1850. Desde criança, demonstrava levar jeito para a literatura. Ele tinha a saúde frágil e passava muito tempo doente, na cama. Nesses períodos, inventava histórias e as contava para a mãe, que as registrava no papel.
O pai de Stevenson era engenheiro e queria que o filho seguisse a mesma carreira, mas ele não se interessava por essa área. Acabou estudando Direito na Universidade de Edimburgo, porém nunca exerceu a profissão de advogado. Por volta dos 23 anos, fez amizade com alguns escritores e começou a escrever para revistas.
Stevenson sofria de tuberculose e viajava muito, buscando o melhor lugar para seu bem-estar. Ele viveu em diversos países, dentre eles a França. Lá, conheceu a americana Fanny Vandergrift Osbourne e se apaixonou por ela. Fanny era dez anos mais velha e já tinha um filho, Lloyd Osbourne. Quando Fanny retornou a San Francisco, nos Estados Unidos, Stevenson foi atrás dela. Os dois se casaram em 1880.
Foi para o enteado Lloyd que Stevenson escreveu A ilha do tesouro, uma de suas obras mais populares. 
Escrito alguns anos depois, O médico e o monstro (1886) foi outro grande sucesso de Stevenson. Nessa obra de ficção científica, um médico, o sensato Dr. Jekyll, esconde um segredo: o de se transformar no assustador e desequilibrado Sr. Hyde. As transformações começam a acontecer depois que o médico realiza algumas experiências em seu laboratório.
A história trata da luta entre o bem e o mal e discute diversas questões referentes à moral da época.
Apesar de sofrer de tuberculose, a doença não limitou o escritor. Ele viajava bastante e escrevia sobre essas incursões em livros como Uma viagem ao continente.
Com a família, ele visitou o Havaí, o Taiti, a Nova Zelândia e as ilhas de Samoa, onde acabou comprando um terreno, na localidade de Vailima, em 1890.
Stevenson mudou-se com a família para Vailima em setembro de 1890. Poucos anos depois, no dia 3 de dezembro de 1894, morreu precocemente. Foi enterrado no lugar, onde tinha o apelido de Tusitala, que quer dizer “contador de histórias”.

Coletânea do escritor Ademir Pascale
Mr. Hyde - Homem Monstro foi lançado no dia 31/8/14, na Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
Para saber mais, acesse:


Filmes:
O título recebeu diversas versões, acompanhe alguma delas:

O Médico e o Monstro - o estranho caso de Dr Jekyll e Mr Hyde (2003)
Trailer:

O Médico e o Monstro (1941) dublado Telecine
Trailer:

Mary Reilly, 1996 - Julia Roberts, John Malkovich, George Cole
Trailer:


domingo, 19 de março de 2017

Museu do Grafite em São Paulo

Olá pessoal, que o domingão seja excelente a todos nós.
Há alguns dias li essa reportagem sobre grafiteiros, arte de rua que adoro e me lembrei de trazê-la à página. Me desculpem por não ter colocado o assunto à época da reportagem (dia 10), acabou passando e me esqueci e hoje revendo umas fotos sobre grafiteiros no Chile, lembrei-me deste assunto. Ainda bem que o museu deverá ser inaugurado em junho, tem tempo!

Museu do Grafite

O prefeito de São Paulo, João Doria prometeu para junho deste ano as primeiras obras do projeto Museu de Arte de Rua (MAR), que deverá promover o grafite em diferentes pontos da cidade. De acordo com Doria, o projeto não inclui obras na avenida 23 de Maio, onde a Prefeitura apagou parte dos grafites que formavam o que era considerado o maior mural a céu aberto da América Latina.
O projeto surgiu como promessa de Dória após a Prefeitura se envolver em polêmica com grafiteiros e pichadores ao apagar os grafites na 23 de Maio, principal via que liga o Centro à Zona Sul da capital paulista.
Pelo Museu de Arte de Rua, serão selecionados oito projetos e ações de pintura por meio de edital para intervenções em espaços públicos do Centro e nas zonas Norte, Sul, Leste e Oeste.
As inscrições para os artistas interessados em fazer intervenções nos muros da cidade começaram no dia 13 de março e seguem até 13 de abril. Ainda em abril, deverão ser anunciadas as propostas vencedoras. A expectativa é que as pinturas comecem a ser feitas em maio, e todas as obras estejam concluídas em junho.

Leia a matéria completa no G1, dia 10/03/17:

Grafiteiros brasileiros mais famosos
A arte de rua vem alcançando o mundo todo e alguns países a considera como patrimônio público. O Brasil tem um talento nato para trabalhos manuais, e grandes artistas já conquistaram seu espaço em outros continentes.
Entre muros, galerias de arte e museus, os artistas expõem seus trabalhos que envolvem crítica social, natureza, universo feminino, violência doméstica, política, caos e arte abstrata. Conheça alguns grafiteiros:

Os Gêmeos: Certamente dois dos mais conhecidos artistas brasileiros são os irmãos gêmeos Gustavo e Otavio Pandolfo, que começaram a carreira artística no bairro Cambuci em meados dos anos 1980. Atuando em várias plataformas, como pintura e escultura, o graffiti é que foi o grande responsável por seus maiores sucessos. É possível conferir obras da dupla em países como Espanha, Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha.

Crânio: Misturando crítica social e povos indígenas, o artista Crânio ficou mundialmente famoso por espalhar pelos muros os personagens que são a cara do Brasil e mesmo assim são tão esquecidos por aqui. Inspirado por desenhos animados e Salvador Dalí, desenvolveu um estilo único e marcante, que ao mesmo tempo em que causa reflexão, tem um ar divertido. Ele já expôs trabalhos em países como França, Barcelona, Amsterdã e Miami.

Kobra: O paulistano Eduardo Kobra ganhou fama mundo afora por conta de seus murais um tanto caleidoscópicos, em que cores e texturas se misturam com retratos de personalidades famosas ou pessoas desconhecidas. A pintura 3D foi feita pela primeira vez no Brasil na Praça do Patriarca, em São Paulo.



Alex Hornest (Onesto): Nova York, Bogotá, Los Angeles e San Francisco são algumas das cidades onde Onesto expôs suas obras. Natural de São Paulo, o artista faz um contraponto entre o universo lírico e o caos das grandes cidades, que dialogam com o cotidiano.

Nina Pandolfo: Irmã de cinco meninas, não é a toa que Nina leva para as telas traços muito delicados e femininos, que remetem à infância e a natureza. Do Cambuci para o mundo, ela já expôs e desenhou em países como Alemanha, Suécia, Nova York, Los Angeles e Escócia, onde pintou um castelo junto com Os Gêmeos e Nunca.

Nunca: Aos 12 anos de idade, Nunca já dava seus primeiros passos da arte urbana, fazendo parte de um grupo de pichadores da zona leste de São Paulo. Aos 15, conheceu o graffiti e não parou mais, fazendo sempre desenhos que têm uma ligação forte com a cultura indígena brasileira, em confronto com o cenário urbano moderno. Além do Brasil, já expôs na Grécia e na famosa Tate Modern, em Londres.